O Pixel Show 2025 aconteceu nos dias 11 e 12 de outubro, em São Paulo, reunindo artistas, designers, programadores, estúdios independentes e curiosos em torno de um mesmo tema: criatividade.
Como acontece todo ano, o evento misturou palestras, feira, oficinas e uma área de experiências tecnológicas que chamou bastante atenção — principalmente as de realidade virtual.
A RealidadeVirtualemSaoPaulo.com, que faz parte do grupo Leafbone.co, esteve lá cuidando da operação técnica de três espaços de VR.
O site atua com aluguel de equipamentos e suporte em eventos XR, garantindo que as experiências funcionem corretamente para o público e para os criadores que as apresentam.
Três experiências, centenas de visitantes

Durante o fim de semana, a equipe foi responsável por manter em funcionamento as instalações Paper Bird, Gloomy Eyes, Eggscape e Feed Your Feed. Essas obras misturam cinema, animação e interatividade em ambientes tridimensionais — algumas com narrativa, outras com jogabilidade ou simplesmente com atmosfera sensorial.
Enquanto o público se revezava nos headsets, a equipe acompanhava cada estação, ajustando detalhes de calibração, reposicionando sensores e garantindo que o fluxo de visitantes seguisse sem interrupções.
O trabalho é invisível, mas essencial: quando tudo funciona bem, ninguém percebe que há uma equipe ali cuidando para que cada imersão aconteça do jeito certo.
O que se viu (e ouviu)
O espaço de VR foi um dos mais movimentados do festival. Muitos visitantes estavam experimentando a tecnologia pela primeira vez. Outros já conheciam, mas ficaram surpresos com o avanço da qualidade visual e narrativa.
As reações iam do riso à surpresa — e, em alguns casos, ao silêncio completo, quando a imersão era total.

Entre os estandes de arte digital, impressão 3D, moda e design, a presença da realidade virtual ajudava a conectar os temas do festival: criatividade e tecnologia como parte do mesmo gesto.
Nos bastidores
A rotina técnica em um evento como o Pixel Show é intensa. São horas de montagem, checagem de sistemas e ajustes finos antes do público entrar.
Durante a abertura, o trabalho se torna quase coreografado: visitantes entram, exploram, saem — e o ciclo recomeça.
Nada disso é glamouroso, mas é o que faz a experiência acontecer.



Para quem trabalha com XR, o Pixel Show é também um ponto de encontro.
Entre conversas de corredor e trocas de contatos, é possível ver para onde a produção imersiva brasileira está caminhando: menos espetáculo tecnológico e mais experiências com propósito, emoção e autoria.
Conclusão
Participar do Pixel Show 2025 foi uma oportunidade de observar de perto a força da cultura imersiva no Brasil — e também de contribuir para que essas experiências chegassem ao público de forma estável e acessível.
O RealidadeVirtualemSaoPaulo.com, parte do grupo Leafbone.co, segue com esse foco: dar suporte técnico e estrutural para que artistas e produtores possam se concentrar na parte mais importante — criar.


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