
Fomos contratados pela Associação Pró-Dança para operar a experiência de realidade virtual durante o Encontro de Gestores do Estado de São Paulo, um encontro que reúne organizações sociais, secretários de cultura, educação e representantes de municípios interessados em compreender os projetos do estado e como levá-los para suas cidades.
💻Nossa atuação foi essencialmente operacional
Levamos cinco óculos de realidade virtual, mas operamos com estratégia: três funcionando simultaneamente, enquanto dois permaneciam como reserva técnica.

Evento de 10 horas não é simplesmente ligar equipamentos e deixar rodando. Existe uma dinâmica clara de picos e pausas ao longo do dia. Em determinados momentos, a demanda aumenta muito; em outros, há respiro. E isso impacta diretamente o consumo de bateria.🔋🪫
Óculos de VR, quando utilizados de forma intensa e contínua, podem ter autonomia reduzida para menos de duas horas. Por isso a operação envolve:
- Gestão ativa de bateria ao longo do dia
- Baterias adicionais para troca imediata
- Rotação planejada entre os dispositivos
- Equipamentos reserva prontos para entrar em operação
Com essa organização, conseguimos manter a experiência ativa durante todo o evento. Quando um equipamento se aproximava do limite de carga em um momento de pico, já havia outro preparado para assumir. Essa previsibilidade é o que garante continuidade.
👾Nos óculos
Apresentamos uma obra em VR 360: uma coreografia filmada em 360 graus, permitindo que o público estivesse imerso dentro da cena. Uma experiência cultural pensada para circulação e ampliação de acesso.
Enquanto as conversas aconteciam sobre políticas públicas e projetos para os municípios, a operação seguia silenciosa, acompanhando o ritmo do evento.🖖

Agradecemos à Associação Pró-Dança pela confiança na condução dessa operação. 🫶
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